Sexta-feira, 4 de Março de 2016

Conservação e Restauro dos Orgãos Históricos da Antiga Sé de Elvas

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publicado por Maria José Rijo às 22:51
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Terça-feira, 7 de Abril de 2009

A Sé de Elvas

 

sinto-me: Igreja da Sé
música: O Orgão da Sé
publicado por Maria José Rijo às 22:19
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Segunda-feira, 6 de Abril de 2009

Adenda...

10 - D. Jerónimo Soares

11 - D. Bento de Beja

12  - D. António Pereira da Silva

13 - D. Tr. Pedro de Lencastre

 

15 - D. João de Sousa de Castello Branco

16 - D. Pedro de Vilas Boas

17 - D. Baltazar de Tavira e Villas Boas

18 - D. Lourenço de Lancastre

19 - D. João Teixeira de Carvalho

20 - D. Fr. Diogo de Jezuz Jardim

21 - D. Jozé da Costa Torres

22 - D. Joze Joaquim da Cunha Azevedo Coutinho

23 - D. Fr. Joaquim de Menezes e Ataíde

24 - D. Fr. Angelo de Nossa Senhora da Boa Morte

sinto-me: Bispos de Elvas
música: Bispos de Elvas (Sé de Elvas)
publicado por Maria José Rijo às 22:21
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Domingo, 5 de Abril de 2009

No Linhas de Elvas

 

http://linhasdeelvas.net/

sinto-me: O Orgão da Sé de Elvas
música: Jornal Linhas de Elvas
publicado por Maria José Rijo às 18:41
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Sábado, 4 de Abril de 2009

Noticia - no Diário do Sul

 

Diário do Sul

Regional

Terça-feira – 5 de Agosto de 2008

 

UM CASO LAMENTÁVEL:

O órgão da Sé de Elvas

 

Em Elvas, e ao que nos contou o Dr. Artur Goulard, o assunto é diferente e mesmo escandaloso. A história é assim: há vinte anos foi acordado com determinado organeiro proceder-se ao restauro do instrumento da Sé de Elvas. Acertou-se o custo e o técnico desmontou tudo

 

o interior do órgão levando consigo as diversas componentes destinadas à reparação e substituição. Só que posteriormente o artífice veio exigir um novo preço, situação que foi rejeitada pelo então IPPAR, que colocou o assunto em Tribunal. A pendência manteve-se na justiça até ao veredicto ser pronunciado há dois anos, e dando razão ao IPPAR.

Depois disso nada mais se soube. Apenas que a caixa do órgão em Elvas continua vazia despojada dos seus pertences, e nada transpirou acerca do ponto da situação; do que é feito dos materiais levados da cidade raiana, e se o trabalho de recuperação virá ou não a ser feito.

Um mistério.

 

sinto-me:
publicado por Maria José Rijo às 22:57
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Sexta-feira, 3 de Abril de 2009

Nota final

 

O Órgão, foi entregue ao Organeiro Senhor António Simões de Condeixa-a-nova em: 17 de Agosto de 1988

Contacto telefónico na época – 039-942119

A comissão de Defesa e Recuperação dos Órgãos Portugueses – sob cuja responsabilidade o trabalho seria

efectuado dependia do Instituto Português do Património Arquitectónico e Arqueológico que estava sob a direcção da

Sr.ª. Dr.ª. Nidia Maria Correia – segundo as informações que foi possível recolher.

sinto-me:
publicado por Maria José Rijo às 23:30
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Quinta-feira, 2 de Abril de 2009

A Aquisição do Orgão...

…………

E a cidade e Elvas já se poderia ufanar de ter contribuído para a história da nossa música erguendo ao alto o precioso livro das FLORES DE MÚSICA Capade Manuel Rodrigues Coelho. Mas verdade seja que não ficou por aqui.

 

Organizada a vida da diocese em 1572, como já ficou dito a música passou a ter em Elvas a existência efectiva quer na prática diária do canto do Ofício das Horas Canónicas por

                      Noa

 parte do Cabido, quer no ensino que competia ao Mestre de Capela em cujas funções encontramos a obrigação de andar “ alguns caminhos” procurando dentro e fora dos muros da cidade, os moços que mostrassem aptidões para poderem ser ensinados na arte da música.

            

Assim nos 310 anos de Bispado a vida cultural em Elvas floresceu e todos os quadrantes, como se depreende pelos relatos da época.

Pode até afirmar-se sem sombra de exagero que a decadência da importância da cidade começa com a extinção infligida por

               Sebastião José de Carvalho e Melo, Conde de Oeiras e Marquês de Pombal

 Pombal ao mandar encerrar em 1759 todos os colégios de ensino médio entre os quais o de Elvas, que funcionava onde

 

é hoje a Biblioteca Municipal, com a expulsão dos padres da Companhia de Jesus, e rematada com a extinção do seu bispado em 1882.

 

 O Órgão da Sé, em questão, foi o último que para ela foi adquirido.

 Foi promotor da sua aquisição o Exº e Reverendíssimo Senhor Dom Lourenço de Lancastre – Bispo de Elvas – corria o ano de 1769.

 

sinto-me:
publicado por Maria José Rijo às 21:11
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Quarta-feira, 1 de Abril de 2009

A Catedral de Elvas...

Neste passo a história de Elvas, para lá das glórias militares que lhe enfeitam o nome de festões coloridos e a revestem de capelas violáceas, encontra-se com outros motivos que lhe suavizam os graves aspectos bélicos.

 A Catedral de Elvas é agora o pólo de atracção da Diocese. Todos os dias, a horas fixas consoante o tempo, o Cabido faz ouvir o canto da salmodia do Ofício Divino ao som dos órgãos tangidos por mestres de arte. Nos Domingos e dias solenes ouve-se a Capela dos Cantores cantando a polifonia do tempo sob a direcção do respectivo Mestre.

E a antiga Matriz da cidade, agora transformada em Sé Catedral, construída por Mestre Francisco Arruda em tempos del-Rei D. Manuel, regurgita de elvenses que ali acorrem levados pela novidade do clima artístico que era apanágio de todas as Sés Catedrais.

Entretanto sucedem-se os bispos, mudaram os serviçais e a vida da Catedral manteve como lhe competia, a sua vida específica até à extinção do bispado em 1882. Foram exactamente, 310 anos, após os quais, tudo foi esquecido, tudo foi abandonado como se, de facto, nada tivesse acontecido em Elvas nos domínios da arte da música”

São célebres e internacionalmente admiradas e conhecidas as obras do Padre Manuel Rodrigues Coelho que se afirmava elvense de nascimento no frontispício do seu livro – Flores de Música  Capa impressas em 1620 do qual constam 133 composições escritas para órgão ou harpa.

 

sinto-me: Igreja da Sé
publicado por Maria José Rijo às 21:07
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Terça-feira, 31 de Março de 2009

O que simboliza o Órgão da Sé de Elvas

Vou usar “a lição” do Senhor Cónego Alegria ao falar sobre a história da música em Elvas, para se entender ainda melhor, para além do valor real, o que simboliza o Órgão da Sé de Elvas, como património cultural, - até – do nosso País.

.

Passo a citar alguns excertos da sua notável palestra:

                       

“…com efeito, (esta) história de Elvas… começa em 1513 com o alvará concedido pelo Rei D. Manuel I, outorgando-lhe o título de cidade, título que implica automaticamente, por direito e, por vontade do Soberano, a promoção de Elvas a sede de bispado.

 

…….. Em 1571 foi, finalmente proposto para primeiro Bispo de Elvas D. António Mendes de Carvalho, sagrado na igreja de S. Vicente de Fora em Lisboa.

Fora em Lisboa, no terceiro domingo de Setembro de 1571.

O novo bispo não era um clérigo vulgar; fizera estudos em Paris e ensinara na Universidade de Coimbra. Entretanto nesta cidade competia-lhe organizar o seu bispado nos moldes de todos os outros da Cristandade

….Nesses tempos, era preocupação essencial e imediata, fornecer a Sé Catedral dos meios humanos e económicos para lhe dar independência suficiente para que a liturgia pudesse alcançar a solenidade prescrita pelas rubricas dos respectivos livros aprovados pela Autoridade de Roma. Para o conseguir faziam-se articulados legais obrigando as Capelas, assim como o artista que serviria a igreja.

Tudo foi feito exemplarmente por D. António Mendes de Carvalho e esses suplementos, felizmente, chegaram intactos aos nossos dias como normas que disciplinaram toda a actividade da nova Sé de Elvas.

sinto-me: Orgão da sé
música: A igreja da sé
publicado por Maria José Rijo às 23:11
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Segunda-feira, 30 de Março de 2009

Desejava-se o restauro do Órgão da Sé - Porquê?

Desejava-se o restauro do Órgão da Sé - Porquê?

Na época o mandato decorria sob o reconhecimento e valorização da cultura na formação do individuo e enobrecimento da sociedade, tentando despertar a Cidade para a recuperação de valores patrimoniais que pudessem restaurar “velhos” e importantes tradições da história local – tais como os concertos de órgão – e relembrar a importância que Elvas tivera no campo musical principalmente nos séculos XVI e XVII.

Tínhamos - até – emoldurado e posto na parede da sala de leitura o texto de Sophia de Mello Breyner Andersen

 

A cultura também é higiene, defesa do ambiente, defesa da Natureza. E, também as boas maneiras, a forma de pronunciar as palavras a forma de construir e habitar a cidade ou a aldeia, a forma de cultivar os campos, a forma de entender o trabalho. E, também a consciência da história e a consciência dos problemas e das possibilidades do presente.

Não é apenas a atenção que damos à luz, ao ar, à terra, à água, ás outras pessoas! O apoio às mulheres grávidas e à primeira infância, a recuperação e a integração dos deficientes são obrigações sociais mas são também actos criadores que definem a consciência cultural de uma sociedade.

 

Tendo pois que fazer escolha entre os órgãos das igrejas da cidade, ao ser beneficiado apenas um – teria de ser escolhido o precioso exemplar que a Sé possui.

sinto-me: Porquê???
música: O orgão da Sé
publicado por Maria José Rijo às 22:18
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Domingo, 29 de Março de 2009

Cartas do Sr.Padre Melo

De:

Instituto da Cultura e Coordenação Cientifica

Secretaria de Estado da Cultura

Instituto Português do Património Cultural

Instituto de José de Figueiredo

 

Para:

Exma Senhora

Presidente do Instituto Português do Património Cultural

Campo Grande, 83

1799 – Lisboa Codex

 

21 de Setembro de 1982

ASSUNTO: - Tratamento de Pinturas existentes na Sé de Elvas

 

Em referência ao oficio acima indicado, tenho a honra de informar V.Exª, de que as pinturas da Sé de Elvas foram examinadas no local em 12 de Abril último.

Embora não se torne urgente o seu restauro, terão de ser tratadas no Instituto, segundo uma ordem de prioridades a estabelecer e o tempo que houver disponível. Face ao grande número de trabalhos em curso nas oficinas.

Com os melhores cumprimentos.

 

O Conselho Directivo.

 

 

P:S: - As fotografias enviadas a título devolutivo, por serem necessárias à documentação do processo, só serão devolvidas depois da realização da brigada.

 

.

 

De:

Instituto Português do Património Cultural

Rua Ocidental ao Campo Grande, 83 – 1º Piso

(Edifício da Biblioteca Nacional)

1799 Lisboa Codex

 

Para:

Exmo. E Reverendo

Padre Joaquim José Carneiro de Mello

Avenida D. Sancho Manuel nº 22

7350 Elvas

 

18 de Outubro de 1982

ASSUNTO: - Tratamento de Pinturas existentes na Sé de Elvas

 Em referencia ao assunto  em epigrafe, cumpre-me levat ao conhecimento de V. Reverência, para os devidos efeitos, fotocópia da informação prestada sobre o assunto pelo Instituto de José de Figueiredo.

Com os melhores cumprimentos.

 

O Vice-Presidente

Justino Mendes de Almeida

 

..................

 

 

DE:

Instituto Português do Património Cultura

Departamento de Musicologia

Palácio Nacional da Ajuda

1300 Lisboa

 

PARA:

Exmo Senhor:

Pároco da Igreja de Nossa Senhora da Assunção (Sé)

7350 Elvas

 

8 de Março de 1984

ASSUNTO: - Restauro de Órgãos

 

Informo V. Exa. De que, devido aos condicionalismos financeiros actuais, não será possível, durante o corrente ano, encarar a possibilidade de restauro do órgão desse Monumento.

 

Com os melhores cumprimentos

 

O Vice-Presidente

Justino Mendes de Almeida

 

 

 

sinto-me:
música: Cartas do Padre Melo
publicado por Maria José Rijo às 21:43
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Sábado, 28 de Março de 2009

Cartas...

.

.

Presidência Do Conselho de Ministros

Secretaria de Estado da Cultura

Instituto Português do Património Cultural

Rua Ocidental ao Campo grande, 83 1º piso

(Edifício da Biblioteca Nacional)

1799 – Lisboa Codex

9 de Março de 1982

 

Exmo. Reverendo

Padre Joaquim José Carneiro de Melo

Av. D. Sancho Manuel, nº 21

7350 Elvas

 

Em referência à carta acima mencionada, solicito de V. Exa. Se digne enviar a estes Serviços, fotografias, se possível coloridas, das pinturas em causa, - Sé de Elvas -, a fim de se avaliar da possibilidade de restauro.

 

Com os melhores cumprimentos,

 

O Vice-Presidente,

Justino Mendes de Almeida

 

 

 

..

 

 

 

 

Elvas, 15 de Abril de 1982

 

Exmo. Senhor

Doutor Joaquim Mendes de Almeida

Digmo Vice-Presidente do Instituto Português do Património Cultural

Rua Ocidental ao Campo Grande, nº 83 – 1º Piso

1799 LISBOA CODEX

 

Respondendo à carta de V. Excia de 9 de Março de 1982, com a referência 82/11(24), envio inclusas as fotografias pedidas, sendo a do grande painel de Lorenzo Gramiera(1); e o de Santo António é atribuído a Bento Coelho da Silveira(2); e o autor do outro desconheço neste momento.

 

Agradeço muito a melhor atenção, que este assunto mereceu e subscrevo-me atenciosamente

 

O Pároco da Sé de Elvas

Padre Joaquim José Carneiro de Melo

 

.............

Juntei 4 fotografias:

Nossa Sra da Assunção(1)

Santo António (2)

Nossa Senhora das Vitórias(3)

 

Ex-Voto de Nossa Senhora de Guadalupe(4)

 

sinto-me:
música: Cartas do Padre Melo
publicado por Maria José Rijo às 21:11
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Sexta-feira, 27 de Março de 2009

O Orgão da Sé

Revmo. Senhor

Padre Joaquim José Carneiro de Melo

Pároco de Nossa Senhora da Assunção

Elvas

27 de Março de 1981

 

Revmo. Senhor Prior

Agradecemos a carta de V.Reva. referente ao órgão da Sé de Elvas e também a interferência de Revmo. Cónego Dr. José Augusto Alegria.

Depois de consultar o nosso arquivo podemos informar o seguinte.

Em fins de 1959, há portanto 23 anos, fizemos uma estimativa para reparação do órgão, tendo a Direcção Dos Monumentos Nacionais mandado iniciar a obra.

Construímos um novo fole que foi transportado para aí e guardado na antiga casa dos foles.

No ano seguinte os trabalhos não continuaram, como estava previsto, julgamos que por falta de verba.

Quanto a nós, é-nos impossível tomar conta de qualquer trabalho antes do próximo ano.

 

Agradecendo mais uma vez, subscrevemo-nos muito atentamente

 

José Ramos Sampaio

 

sinto-me: Carta - 2
música: Orgão da Sé - 3
publicado por Maria José Rijo às 21:56
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Quinta-feira, 26 de Março de 2009

Relembremos

Conhecedores das personalidades envolvidas e situados no tempo – Relembremos:

Quando tomou conhecimento da proposta para a recuperação do Órgão, foi a Comissão Organizadora – a nível local – contactada pelo saudoso Senhor Padre José Joaquim Carneiro de Melo (o Senhor Padre Melo como era carinhosamente conhecido na cidade) – congratulando-se com a proposta de tal realização e, pondo à disposição da dita Comissão, as provas dos esforços por si efectuados – em vão – com o mesmo louvável intento.

 

Elvas, 16 de Março de 1981

 

Exmo. Senhor:

Engenheiro João Sampaio

Digmo Organeiro Oficial dos Monumentos Oficiais

Travessa do Monte, nº 7

1100 Lisboa

 

 

Ando preocupado com o órgão da Sé de Elvas ( séc. 18), desde há alguns anos.

Dizem-me que, em tempos, levaram os foles para Lisboa, mas não me sabem dizer nem quem, nem para onde.

Com aquele peso e volume, a sua deslocação só poderia ter sido feita de acordo com OS EDIFICIOS E MONUMENTOS NACIONAIS.

Estão dezenas de tubos tirados, certamente com a intenção de os colocarem novamente.

Estão a ser cuidadosamente limpos do pó e recolocados pela mesma ordem…

Há dias, falando com o meu colega de Évora, Cónego Dr. José Augusto Alegria, sobre este assunto e solicitando-lhe colaboração, ele indicou-me V.Excia e foi perentório em afirmar que V.Excia ou me ajudaria a resolver o problema ou me indicaria o rumo certo, que deveria tomar. E é o que venho pedir-lhe.

Não me conformo que o órgão continue indefinidamente silenciado.

Ele deve ser igual ou parecido ao da Sé, digo, ao da Capela-mor da Sé de Évora, e é o único que temos na cidade com este porte.

Desde já agradeço a V.Excia toda a ajuda, que me possa dar e as indicações, que julgar mais úteis.

Subscreve-se, com muita consideração,

 

O Pároco de Nossa Senhora da Assunção (Sé), de Elvas

 

Padre Joaquim José Carneiro de Melo

 

 

 

 

 

sinto-me:
publicado por Maria José Rijo às 20:18
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Quarta-feira, 25 de Março de 2009

O Órgão da Sé

Quando das celebrações em Elvas de -  O dia Mundial da Música 1987 – que a Secretaria de Estado da Cultura e o Instituto Português do Património Cultural – patrocinaram no primeiro mandato da Câmara presidida pelo Dr. João Manuel Valente Carpinteiro – uma das contrapartidas que a cidade recebeu foi, para além da criação da Casa da Cultura, e do apoio à criação da Escola de Música, o “restauro do Órgão da Sé”, e, ainda a edição fac-similada do Cancioneiro de Manuel Joaquim - seu achador - ou de Públia Hortênsia de Castro, como é mais conhecido.

Eram ao tempo -  Secretária de Estado da Cultura a Senhora Drª. Dona Teresa Patrício Gouveia.

Estava no departamento de Musicologia do IPPC o Senhor Dr. Humberto d´Ávila sendo Presidente do referido Instituto, o Senhor Engenheiro António Lamas.

Foram oradores oficiais das cerimónias a Senhora Profª Doutora Maria Augusta Barbosa, professora jubilada da Universidade Nova de Lisboa, (Departamento de Ciências Musicais, na altura docente da Faculdade de Letras de Lisboa, e, também na Universidade Autónoma de Lisboa “ Luís de Camões”( Universidade Particular)

E, também - O Senhor Cónego José Alegria, membro do Cabido da Sé de Évora, Sócio da Consotiatio Internationalis Musicae Sacrae, de Roma; Sócio correspondente da Academia Portuguesa de História; Sócio do Instituto Interamericano de Museologia (Uruguai); Sócio Honorário da Sociedade Brasileira de Musicologia; Sócio da Pontifícia Academia Mariana Internationalis, de Roma e membro da Sociedade Española da Musiologia e da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais.

(estas conferências foram, ambas, editadas em livro pela Câmara de então.

 

sinto-me:
publicado por Maria José Rijo às 21:35
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