Domingo, 27 de Abril de 2008

IDEIAS PARA UMA CAMPANHA

“O acaso é a única coisa que nunca acontece por acaso”

(frase célebre do Sr. Professor Dr. Tiago de Oliveira)

 

Acaba o Sr. Arquitecto Paulo Barral de me lançar um surpreendente repto, com um recado, que dele recebi, pendurado na conjunção: se.

No “se” de Kipling (na tradução de F. Bermudes) diz-se:

“Se podes conservar o teu bom senso e a calma Num mundo a delirar, p’ra quem o louco és tu!”

(…) “Se podes encarar com indiferença igual o Triunfo e a Derrota – eternos impostores”

(…) “Se és homem p’ra arriscares todos os teus haveres

          Num lance corajoso, alheio ao resultado

          E calando em ti mesmo a mágoa de perderes

          Voltas a palmilhar todo o caminho andado”

 

- Estes “ses” – eu entendo.

O “se” de V.Exª não estou a perceber.

V.Exª que tive o gosto de conhecer e vi, à beira do Guadiana sonhando a ponte da Ajuda…

V.Exª. que foi Deputado da Nação, pelo partido socialista…

V.Exª que é – sem favor – brilhantemente inteligente, ágil de raciocínio, cauteloso e prudente, como um belo tigre caçador – sabedor do seu ofício até à habilidade do pormenor – manda … que me digam que “Se” eu fizer voltar à Quinta do Bispo o espólio do notável escritor António Sardinha – será V.Exª. a não permitir que a Quinta seja maculada?!

Que poderei responder?

Que me sinto o rato nas mãos do felino caçador?

Ou, deverei perguntar se sem anéis de deverá cortar, por inútil, a mão?

O Povo reza o contrário e sempre assim o defendeu; vão-se os anéis – fiquem os dedos!

Ou é que eu deveria brincar prometendo:

Dê-me V.Exª as sotainas do célebre Cónego Aires Varela (Autor do Theatro das antiguidades de Elvas, onde todos os estudiosos da história da nossa terra vão beber sabedoria) e, como é conhecido, foi também dono da referida Quinta – e, então, eu afirmarei que V. Exª foi genial – porque – como me mandou elucidar – não deixou subir a mais de quatro pisos a cércia dos edifícios propostos para o anunciado desastre.

Ora, acontece que, a hora não é de chistes.

A hora é de salvar a Quinta. E, tudo o que para tal se fizer merecerá apenas o C de certo (sem foguetes nem estrelados protagonismos) – o C rotineiro e discreto do quotidiano anonimamente cumprido com rigor.

Mas… se eu não sou dona de certezas e, apenas, responsável pela obrigação de honrar as minhas convicções que aceito perfeitamente sejam ou não ajustáveis a outras tão legítimas, quanto as minhas – desde que assumidas com a mesma clara frontalidade.

Assim sendo – e é! – Fiquei a olhar o gesto de V.Exª como um sinal de esperança e… ouso atrever-me a pedir:

Por favor, use a sua influência junto da Exmª Câmara para que se salve tão respeitável património!

Vamos tomar consciência de que não está a jogar qualquer desafio – mas – apenas a pensar na urgente necessidade de poupar, o que ainda for possível para transformar Elvas o mais rapidamente que formos capazes num importante pólo turístico.

Vamos ter a coragem de encarar agora que, com o (I.P7) que vem aí já! – jà! Elvas corre o risco de ficar estática, a olhar o progresso passar a seus pés – como aconteceu com os belos fortes!

Sem interferência – apenas como eles – silhuetas nobres de referência histórica.

Vamos sentir de mãos dadas que estamos a viver a hora decisiva de apostar forte na qualidade impar das nossas diferenças – que há que respeitar e nunca, por nunca apagar.

Peço V.Exª que se organize uma comissão para a compra da Quinta entregando-a depois à cidade.

Não é mecenas só quem dá milhões!

Também é mecenas quem dá uns tostões!

Peça, por favor, à Senhora Vereadora da Cultura – que é mulher e é professora que ponha a rolar a bola de neve.

Que promova (com os seus pares) uma campanha de sensibilização da criançada e dos jovens para o valor e defesa do património.

Vamos fazer que cada criança feche na sua pequena mão uma semente e, ao fazê-lo, sonhe a árvore!

Vamos despertá-los para que escrevam a todas as escolas do nosso País, contando coisas de Elvas, da história à gastronomia! – Vamos alargar essa campanha até onde for possível – ou, – até – ao impensável!

Convidaremos cada um que o queira fazer a dar apenas o custo dum bolo, o dinheiro dum gelado uma velha simbólica que faça a “bola” crescer e rolar….

Vamos espalhar aos sete ventos que aqui, entre nós, em Monsaraz há uma reserva protegida de oliveiras milenárias! – (último reduto na Península)

Vamos abrir-lhe o coração para essas realidades.

Oliveiras com mais de mil anos – e vivas!

Vamos falar do castanheiro de Guilhafonso – ao pé da Guarda – que já vivia quando Vasco da Gama ia, mar fora, nas caravelas e hoje é tão majestoso que são necessários 10 a 12 pessoas de braços abertos para lhe abraçar o tronco!

Vamos dizer-lhes que o plátano da Quinta do Bispo tem o tronco bifurcado porque, há mais de cem anos, alguém desejou que o frágil “mamão” que atrevidamente lhe nascera, ganhasse envergadura suficiente para um cabo de enchada. Disso se distraiu e, quando nele voltou a reparar e o viu viçoso e forte lhe respeitou a vida que o tem sustentado até hoje!

Coisas aparentemente tão pequenas…

Vamos sonhar num Museu agrícola com actividades próprias – de onde possa sair um cortejo etnográfico que conte das nossas raízes rurais com a narração figurada da quase mítica, saga do pão, do azeite, da pastorícia, do queijo, etc.

Vamos admitir que essa seria a “parcela” constante duma Bienal a criar em Elvas com todas as outras componentes artísticas (escultura, pintura, música, etc, etc…)

Tanta coisa! … Tanta coisa…

Gente com ideias, não falta por aí. Ás vezes, apenas, felizmente para elas, com menos tempo do que eu tenho, para as fiar…

E… com uma referência do “Hissope” – de António Diniz da Cruz e Silva – a “Esta Elvas” que, por gosto, servimos…

“… mil cidades

      Mil povos deixa atráz, até que chega.

      Da famosa azeitona à grande terra”

Vos deixo – não antes de tornar pública a minha gratidão a António Magéssi – que, para além da qualidade da sua escrita se enquadra perfeitamente na visão de Kipling…

“Se quem conta contigo encontra mais que a conta”…

E, logicamente, de referir também a consideração que mereci ao Sr. Arquitecto Barral – com o recadinho que estou também a agradecer.

 

Maria José Rijo

..

Jornal Linhas de Elvas

18 – XI - 1994

 

sinto-me:
música: Ideias para uma campanha
publicado por Maria José Rijo às 22:32
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Domingo, 13 de Abril de 2008

QUINTA DO BISPO – O episódio final?

 

A questão do loteamento da Quinta do Bispo, lançada nestas últimas semanas nas páginas do Linhas conhece hoje um aparente epílogo.

Reagindo à carta aberta que foi dirigida há 8 dias pelo Presidente Rondão Almeida, a ex-vereadora do Município Elvense e colaboradora do nosso jornal, Maria José Rijo, entendeu de elementar justiça deixar aqui algumas outras considerações, que referem serem definitivas.

 

..

Exmo. Senhor Presidente

 

Queira V.Exª aceitar as minhas saudações e, com elas, o meu muito obrigada pela delicadeza de ter gasto comigo algum do seu precioso tempo – escrevendo sobre a carta que neste mesmo jornal lhe enderecei.

Li tudo com a maior atenção – não encontrei as respostas pedidas mas, vamos ao assunto:

 

a)      Não pretendo, nunca pretendo ofender V.Exª ao afirmar que não o escolheria para o lugar que ocupa. Só por distracção V.Exª pode ignorar que eu apoiava outro candidato. Dessa circunstância se deduz à evidência o que afirmei.

b)      Isto nada tem a ver com o Partido Socialista, (não estamos a tratar de ideologias). Eu teria com toda a esperança e entusiasmo apoiando o Eng Barrocas Guerra.

c)      Não disse que V.Exª deveria ter vivido sempre em Elvas. Disse e reitero que V.Exª viveu tempo demais fora de Elvas.

d)     Nada referi sobre o espaço que V.Exª deliberou eleger para sala e sessões – mas – se deseja saber dir-lhe-ei. Em nenhuma Biblioteca Erudita do país – e, é o caso – se entra sem deixar na recepção identificação completa e, até, a malinha de mão. Estas normas não foram instituídas contra quem quer que seja – mas sim – a favor e em defesa de todos e do património bibliográfico que nelas se preserva.

e)      Quando falei em desmantelar a recuperação da Biblioteca referia a paragem de serviços imprescindíveis (que por terem sido qualificados de não prioritários – cito a secretária de V.Exª) foram desprovidos do pessoal que os assegurava. A defesa do arquivo – como deve saber – tem sido motivo de luta tenaz. Dela faz parte até a colocação duma lápide na entrada para a ela vincular o próprio

a)      Presidente da República. Só a corajosa recuperação no arquivo, efectuada o tem salvo até agora ter sido transferido para Portalegre. Numa Biblioteca – o arquivo – é uma componente de valor inestimável – perdê-lo é perder a memória!

b)      Por sua vez, a falta de ficheiros transforma qualquer Biblioteca em simples armazém de livros. Cada livro tem que poder dizer: estou aqui! – Quando alguém o solicita. Essa resposta é fornecida pelas fichas que o situam e identificam entre milhares.

c)      A tudo me pareceu eivado do sentido de ataque pessoal – não responderei. Nem me belisca.

d)     Eu não estou em causa –  sim a Cidade!

e)      Recordo no entanto a V.Exª que nunca me coube, nem desejei, a honra e a responsabilidade de ter sido Presidente da Câmara. Jamais me senti capacitada para tanto. Não tenho de mim o deslumbramento que V.Exª parece ter de si próprio ao comprazer-se com tanta segurança na afirmação dos seus méritos. Sabe que me lembrou Cavaco Silva?

l)        Sobre o meu trabalho que V.Exª desdenha – torno publico que o Sr. Deputado Roque – do Partido Comunista ao ouvi-lo classificar de notável – pelo Presidente da Republica (opinião que pela mão da Drª Estrela Serrano reiterou por escrito em documento que conservo e nem à Câmara de então mostrei) – vendo-me discretamente na cauda do cortejo me segurou no braço e disse: “Vá para a frente. A obra é sua”

          Sorri-lhe grata e fui.

Tive assim a oportunidade de responder ao Dr. Mário Soares quando me perguntou em que área me formara – o mesmo que hoje repito:

Sou apenas uma mulher com alguma sensibilidade que, a viver, aprendeu o Amor pelas coisas.

E, já agora, a talho de foice, que me seja perdoada mais uma nota pessoal.

É que, se do que conta, tiro conforto – tiro ainda mais responsabilidade para o meu comportamento. Meu marido e eu estávamos em Angra – na Terceira – quando do terramoto.

Tivemos o trágico privilégio de ver cair uma cidade.

Sofremos impotentes a tortura de ver esboroar quase todo o casario e as igrejas da ilha.

Vi a meus pés, desfeita no chão, uma Sé quinhentista.

Vi e dei comigo entendendo o pouco que a minha vida valia frente a perda tão irreparável.

Foi este, Senhor Presidente, o meu “doutoramento” em Amor pelo Património Cultural.

Tão imenso. Tão violentamente gravado na minha alma que dele me ficaria – se o não tivera antes – esta feição de sentir quanto significava a vida da árvore, da casa, do beiral, da rua, da pedra, do muro, do banco, do recanto! – Desses aparentes pequenos nadas – que, juntos são o todo do nosso mundo.

m)    Sempre quis ser capaz de saber contar esta experiência, mas a falta de talento não me permitia verbalizar tamanha emoção.

 

Agradeço a V.Exª ter-me ensinado a frase de António Sardinha, que desconhecia, (vasto é o campo do que ignoro!) e tão primorosamente a interpreta.

      “Oh, como os mortos mandam”

É, isso! Ele sabia. Ele foi notável.

Na vida nós passamos. A vida, permanece e continua.

O Património Cultural – seja ele obra humana ou dádiva da Natureza – é o testemunho, a referência das gerações já idas – de quem somos herdeiros e nos torna devedores perante as gerações que hão-de vir.

Hoje, estou só.

Também já devo à Vida a perda de quem mais amei – o meu Companheiro de cinquenta anos.

É uma experiência duríssima que outros antes e depois de mim ou sofrerem ou sofrerão.

Mas, esta é a espécie de morte para a qual atavicamente estamos preparados como preço de existir. É o fim natural do ciclo da vida humana.

A morte do Património, não!

Essa, é um atentado contra o futuro.

Creia-me. Nada, penso, acontece por acaso.

Talvez eu tenha tido que viver tudo isto para dispor, hoje, desta força íntima, que me dá coragem para expor desta forma – direi, até contra natura – pela nossa cidade.

Talvez de tudo eu tenho colhido a valentia de ser humilde para não responder – como poderia fazer – aos despeitados remoques de V.Exª.

Eu não estou em jogo.

A Cidade é que está.

Reflitamos:

1)      Para por cobro ao crescimento desordenado de Elvas (que V.Exª e muito bem vitupera) criou-se passando por todos os trâmites legais o P.G.U.

2)      Entenderam os seus autores – e a cidade aprovou que a Quinta do Bispo deveria ser preservada como zona verde.

3)      Com essa decisão ela serviria de “tampão” ao casario entre a cidade e a Piedade moderando as construções. Conservaria elementos da génese da cidade (a cintura de hortas e quintas que já Aires Varela citava). Com o seu arvoredo, suas tílias centenárias, as suas velhas nogueiras sua arquitectura rural de barroco alentejano e o seu valor histórico-cultural – prestaria tributo à Poesia, à literatura, à inteligência da humanidade pelos ilustres que lá viveram.

4)      Eu era vereadora quando tal se decidiu.

5)      A Quinta era pertença de uma Amiga-Irmã (como às vezes se tem a sorte de ter – e eu tive) – contei-lhe o que constava do projecto. Minha amiga advertiu-me: “Não levantes um dedo para libertar a Quinta do P.G.U. antes quero a Quinta ao serviço da cidade do que retalhada para enriquecer seja quem – nem que seja a mim” Quem (ela era a mãe frente  à justiça de Salomão) a comprou sabia-a zona verde. Alegrou que o fazia porque era do agrado de sua mulher, que talvez lá vivessem, lá criassem cavalos… Fantasias!...

6)      Pouco tempo depois o Quinteiro que lá nascera o filho do falecido Eudócio, que Deus guarde – foi convidado a sair.

7)      O portão foi fechado a cadeado e corrente. As árvores só voltaram a beber da chuva que o céu mandou e muitas sossobraram a sua ruína foi calculada com a precisão de quem executa um acto de terrorismo que foi! E, é!

8)      A calculada degradação dá agora ao lobo a pele de cordeiro para aparecer pela 3ª vez na Câmara a pedir alteração de leis para seu governo.

9)      A Câmara – coitadinha!!! – Comove-se e frente a chorudas contrapartidas vende a sua anuência à alteração da lei.

1)      Duas vezes os técnicos da Câmara, com que trabalhei, e que sei serem Gente de Bem e profissionais competentes disseram não. Lei é lei – igual para todos.

2)      Vem então de Évora o Sr. Arquitecto Barral. Deduzo que o curso dele tem a componente dos “planos de pormenor” – que os nossos ignoram – e o resultado está à vista.

3)      Não sente V.Exª Senhor Presidente que acaba de dar o seu aval a todas as “Brandoas” que alguém desejar?

4)      Não vê que defrauda Elvas em benefício de prevaricadores…

5)      Por muito menos, noutros países, se julgam e condenam estes actos de terrorismo.

6)      No nosso país já se actua contra os incendiários.

7)      Esses, trabalham o fogo – estes, a frio!

8)      Então quem destrói património é premiado?

9)      Até que a operação proposta por V.Exª seja consumada a Quinta é ainda: zona protegida – património de todos nós.

10)  Didáctico era exigir dos proprietários da Quinta a correcção da sua nociva postura cívica – a troco dela lhes ser expropriada.

11)  Eu levantei as questões – do gravíssimo precedente que V.Exª abre sobrepondo interesses particulares aos interesses da Cidade.

12)  Faça-o com o arrepio de repulsa que me causa tanta astúcia e tanta hipocrisia dos actuais donos da Quinta.

 

V.Exª tem o poder de lhe dar solução só que desta vez é definitivo.

V.Exª. não poderá emendar a mão, como no caso da licitação – lembra?

A resposta que V.Exª der – é à história.

É ao futuro. Não a mim.

Isto não é desafio onde alguém perca.

Isto é um ponto crucial na vida de qualquer cidade.

Agora é a nossa – a nossa Elvas!

Terá V.Exª a coragem da humildade de construir o terminal proposto pela Câmara anterior? Em lugar de querer somente realizar projectos próprios? (Recordo o telefonema de V.Exª).

A escolha é sua, Sr.Presidente.

Eu, acabo de responder – como fui capaz – ao seu convite feito pela rádio na noite da sua vitória eleitoral a pedir a ajuda de todos.

Não foi por gosto que vim à ribalta.

Retiro-me! Fiz o que me foi possível. Um pouco emocionada – talvez – como é meu jeito perdoe-me!

Creia, que, bem gostaria de o chamar com toda a convicção de: Meu Presidente. V.Exª é ousado.

E, isso pode ser uma grande qualidade para um chefe que não se deixe cegar por orgulhos.

Parabéns por Elvas cidade branca!

Bem-haja pela iniciativa cultural que nos fez recuar aos tempos da Elvas cidade-limpa que todos recordamos com saudade.

Creia-me respeitosamente.

..

NOTA:

Para que se compreenda a minha insistência em citar o nome do Sr. Arquitecto Barral esclareço.

A Quinta do Bispo pode ser consagrada como Parque com o parecer favorável do Chefe de Divisão da Comissão de Coordenação da Região Alentejo que é justamente o Sr.

..

A MINHA GRATIDÃO

Aos Doutores António Barradas e Sílvio Bairrada

 

Lá, nesse “outro” Alentejo, de onde provenho – quando garota – costumava ir esperar o gado à hora de beber, para falar com um “Grande Mestre” que tive, um velho maioral – o ti Carrapiço.

Na hora da despedida, ele, sempre me dizia:

“não tenho boca avondo que encareça a companhia da menina”.

Hoje, - a mais de meio século de distância sinto a necessidade de fazer minha a humildade dessa pura expressão da alma alentejana – para vos dar a medida do conforto da vossa “companha” que me honra, desvanece, procurarei saber merecer e também a minha gratidão.

 

Maria José Rijo

 

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