Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Sejamos lógicos

Se eu afirmar “gosto muito de Olivais”, ninguém espera que eu arranque todas as minhas oliveiras!...

Em 2 de Março de 1986 – faleceu com 98 anos de idade a Senhora Dona Gica - que fora proprietária da Quina do Bispo até cerca de 1980.

 

Em 25 de Abril de 1974 – Se, ainda hoje, pessoas colocadas em lugares de responsabilidade – de quem se espera atitudes justas e isentas – promovedoras de união e consenso, escamoteiam o sentido de justiça e a lucidez de corajosos actos de amor a Elvas…

- Se os transformam em baixa e cinzenta politiquice, com insinuações de fascistas e mais não sei quê – a quem se nega à ofensa de chamar de “literato” um dos grandes Homens das letras portuguesas…

Haverá alguém que não entenda – num rápido olhar – que foram os outros iguais a esses – aqueles que, confundindo e baralhando em lugar de discutir, os que “perfumaram” com ódio os cravos da revolução de Abril – que forçaram essa generosa e grande Senhora a salvar entregando à Igreja, o espólio de seu marido que de todo o coração ela tinha querido entregar a Elvas?!

Se 20 anos passados após o 25 de Abril…

Hoje ainda se usa o mesmo artifício, de forma tão pouco ética, pensemos nas horas dramáticas que terá suportado tão Santa Senhora, sob ataques de fanatismos ignorantes, à memória de seu marido…

Em 24 de Outubro de 1989 a Quinta do Bispo é comprada ao casal Sousa Lopes pela verba de 47.500 contos, esta é a verba autêntica e não outras…

(Tenho cópia de toda a documentação relativa ao acto, desde o número dos cheques, às importâncias, aos nomes dos dois intermediários comissionistas – tudo – até à carta de protesto do vendedor quando se apercebeu de “factos” que tanto o magoaram (por virem de “amigos”que, pode dizer-se, lhe abreviaram a morte).

 

Tenho porque me deram – e guardo porque, tudo quanto digo e faço, nada tem de agressão pessoal contra ninguém nem visa escândalos ou atitudes menos limpas.

Visa tão simplesmente ajudar Elvas.

Assim, aconteça o que acontecer, que ninguém possa desculpar-se, agora, ou no futuro, dizendo:

-- Ninguém me esclareceu! – Não sabia!

Acontece, que estou no “Linhas de Elvas! Desde a hora em que o jornal nasceu e, este semanário que vive e pulsa à sombra da mais importante batalha da independência de Portugal tem esse enigma de fé:

Serve sem medo a cidade e o concelho como uma voz de consciência indómita e corajosa, ignorando pressões – ousando falar verdade – sem titubear, como nesta hora em que levanta uma questão  nacional – a insensatez dos loteamentos não ponderados.

O Linhas não loteia! O Linhas norteia.

Assim – resumindo e concluindo:

Numa zona verde – protegida pelo P.G.U. – alguém compra uma Quinta.

Para quê? Para a habitar? Para arrendar ou cultivar? – Não!

Compra-a para driblar leis e princípios.

Compra-a porque menospreza a inteligência dos seus concidadãos.

Compra-a para esperar a hora de facturar e lotear – esta é a questão isto é evidente.

Isto é feio!

Isto é tão feio, como chamar a António Diniz da Cruz e Silva “literato” – como ousou fazer o despeitado Bispo D. Alexandre de Lencastre… Daí, todo o ridículo que imortalizou no “Hyssope”- e, a gargalhada que o acompanha já há dois séculos e o acompanhará através dos tempos nessa  obra prima da literatura portuguesa tão ligada à histórica “Quinta do Bispo”

Soluções possíveis:

a)    Os proprietários habitam e cuidam a quinta.

b)    Os proprietários vendem a quinta – que continua a ser zona verde – mas que por estar há seis anos entregue à incúria e ao desleixo se encontra fortemente desvalorizada pela morte de mais de 100 amendoeiras, laranjeiras e outras árvores de fruto e ornamentais.

c)    A Câmara cria para lá um projecto de utilidade pública que respeite o seu valor histórico – cultural organiza um dossier com todos os elementos já ventilados e outros e procede à sua justa expropriação.

 

Daqui não há que fugir – porque não há contrapartidas (de terminais acanhados e mal implantados) que tapem o sol com uma peneira – nem passeios em manhãs de sábados soalheiros, nem finais de telenovela ao vivo em cine-teatros que confundam a verdade evidente.

A última usufrutuária da casa à direita da entrada da Quinta faleceu em 22 de Junho de 1993.

Porém o apartamento do caseiro como todo o restante espaço tem estado inteiramente ao abandono desde 1989.

O povo trabalha e cumpre.

Quem o levanta é o desmando de quem governa.

O povo entende quando:

-- Por fora há cordas de viola e por dentro pão bolorento! E… não há branco que o encubra!

 

 

                                Maria José Rijo

 

€€€€

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.275 – 25 Novembro de 1994

 

 

 

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Domingo, 27 de Abril de 2008

No Diário da República

Diário da Republica

Sexta-feira – 23 de Janeiro de 1998

Nº 19/98

I – B série

 

.

SUMÀRIO

 

Resolução do conselho de Ministros  nº 11/98:

 

Ratifica o Plano de Pormenor da Quinta do Bispo, no município de Elvas

Pág 255 a 259

 

 

 

 

 

 

 

 

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música: Diário da Republica
publicado por Maria José Rijo às 23:17
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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Eu loteio, tu loteias… nós loteamos

Eu loteio, tu loteias… nós loteamos

Com Texto – Manuel Carvalho

18 – XI – 1994

Como vão longe os tempos em que se podia dizer “o sonho comanda a vida”, entrámos na vertigem do lucro fácil e a qualquer preço. Ao nível das centenas de terrinhas deste País de autarcas sob suspeita – alguns já detidos até – não há nada tão na moda do que ter ou comprar um terreno, uma horta, um olival ou uma quinta e pensar que… um dia, com um loteamento à maneira, tudo se pode transformar em casinhas, muitas casinhas, o mais amontoadas possível. É um negócio esperado por tanta gente, disposta a vender-se e a comprar pessoas na mira de poder encher os bolsos.

Cá está. É o “eu loteio”.

Só que, nestes processos onde a burocracia impera, há sempre uma outra parte: aquela que pode autorizar ou impedir a transformação desejada. Uma missão terrível, para que se exige uma isenção máxima, protegida por betão, à prova de todos os aliciamentos. É a tarefa nobre de quem decide muitas vezes a favor do progresso, mas de quem sobretudo se espera ser capaz de fazer frente, para evitar os atentados que destroem património irrepetível.

Cá está. É o “tu loteias”.

Até aqui, tudo bem. O pior, quando vem, vem depois. E vem vezes demais, surge no momento em que o dono do terreno e a entidade licenciadora começam a namorar, acabando por descobrirem que o melhor é mesmo marcarem a boda e juntarem os trapinhos. Com frequência já sem pudor nenhum. Á vista de toda a gente.

Cá está. É o “nós loteamos”.

Só assim pode acontecer que um construtor obtenha o aval para uma obra discutível e, depois de atacado por grande altruísmo, acabe por oferecer uns milhares de contos à mesma autarquia e esta, reconhecida e emocionada, acabe por retribuir com um diploma de honra lá da terra para o benemérito…

Só assim pode suceder que o dono de um terreno loteável se ofereça para pagar a uma autarquia uma despesa de centenas de contos, com a edilidade a aceitar a oferta e a fazer umas flores com ela, quando já se prepara para se debruçar sobre a viabilidade do loteamento em causa…

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Neste País de autarcas sob suspeita, não há nada mais aliciante do que ter um terreno e pensar que… um dia, com um loteamento à maneira, se pode transformar em muitas casinhas amontoadas.

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Só assim se pode ver algumas pessoas a fazerem rotações de 180 graus nas suas conhecidas posições públicas de muitos anos, precisamente quando já tem projecto para lotear o seu belo terreno…

Só assim se pode dar aquele cúmulo da distracção que consiste na autorização concedida por uma edilidade em relação à valorização de um terreno, cujo proprietário, dias depois da graça recebida acaba por vender uma outra propriedade sua ao próprio edil, que logo inicia umas vistosas obras sem licença…

.

De acordo com a informação recebida todos os dias, os protagonistas desta conjunção no plural do verbo “lotear” então espalhados por muitas terrinhas deste País. Alguns, talvez ainda embriagados pela maneira inesperada como chegaram às cadeiras do poder, pensam que lá na terrinha só há papalvos, proibidos de ver, ouvir, pensar, falar e escrever. Por isso, quando alguém denuncia qualquer coisa no âmbito da comunicação social, esses ilusionistas ainda hão-de ser capazes de dizer que a culpa destas promiscuidades é de quem é de quem aponta o mal, nunca é de quem o faz.

 

 

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publicado por Maria José Rijo às 00:28
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Domingo, 20 de Abril de 2008

Carta -- Dr. João Falcato

Senhor Director do Jornal

Linhas de Elvas

 

Exmo. Senhor:

 

Vivi em Elvas bastantes anos. O meu contacto diário com alunos e famílias deu-me razões para uma recordação muito grata desse tempo.

Afastado por deveres profissionais, Elvas continuou a ser para mim a referência duma das melhores épocas da minha vida. Hoje ainda, já lá vão bastantes anos, sinto-me ligado à cidade como se ela fosse a terra do meu segundo lar.

Desejo que Elvas não venha a perder nunca algumas dessas características e desse testemunho do património que sempre fizeram dela uma das mais lindas urbes de Portugal.

 

A Quinta do Bispo é um dos elementos ricos e significativos do património elvense. O seu significado transcende os interesses locais. Não esqueçamos que há séculos ali decorreram vidas que fazem parte dos factos nacionais.

Preservar esse recinto, embelezá-lo é dever de todo o elvense. Destruí-lo, não – tal atentado só pode passar pela cabeça de quem tem por culto valores do cimento armado que levam a rendimentos materiais, desprezando os valores espirituais.

 

Uma terra só é rica quando sabe conservar as suas tradições, preservando-os dum falso progresso.

Associo-me, pois, àqueles que estão levantando a sua voz para  que Elvas não fique empobrecida sob o argumento falso da melhoria de condições de vida.

Aqui estou, portanto, a comparticipar com a importância de 500.000$00 (quinhentos mil escudos), esperando que em breve sejam alcançados os objectivos desta cruzada de amor pela sua terra, em boa hora levantada pela senhora D.Maria José Rijo.

 

Com os melhores cumprimentos

 

João Falcato

 

JORNAL LINHAS DE ELVAS

Carta Dr. João Falcato

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música: carta nº 6 - Dr. João Falcato
publicado por Maria José Rijo às 20:31
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Carta de Matilde Rosa Araújo

Maria José, Boa Amiga

 

Venho escrever-lhe tão tarde!

Perdoe – para lhe dizer quanto compreendo o seu desgosto ao defender o não loteamento da Quinta do Bispo com tanta paixão.

 

Quando tive a felicidade de estar em Elvas, como professora da escola técnica, para além de todo o bem que aí encontrei na escola, na cidade, na paisagem tive, também, a alegria de a conhecer e a seu marido cuja amizade não posso esquecer. Com saudade!

 

A Maria José com gentileza e carinho, e orgulho na sua terra, levou-me a conhecer a Quinta com todo o seu encanto paisagístico e cultural.

Temos tão poucos redutos da memória do nosso povo, dos nossos poetas e artistas, que não podemos deixar perder um lugar como a Quinta do Bispo que apresenta no seu historial tantas razões para ser salvaguardada.

 Penso que tudo se poderá rever neste desencontro de vontades como a paz daqueles que buscam com amor, a solução para causas justas. E tudo conciliar.

E confio, Maria José, vejo, de longe do tempo, a doce Senhora que me recebeu com tanta ternura, a envolvência dos livros, das árvores, do plátano irmão daqueles que ali se albergaram há tanto.

 

Elvas, merece ter, preservar este canto de grande memória cultural que já tantas terras perderam.

 

Abraço-a Maria José, com ternura e admiração.

Espero que a sua luta, sem armas, lhe entregue as flores que merece a sua Elvas, que tanto tem defendido com amor e isenção.

 

Um beijinho muito amigo da

Matilde

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música: carta nº5 - Matilde Rosa Araújo
publicado por Maria José Rijo às 19:44
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Quinta-feira, 10 de Abril de 2008

Reportagem do Linhas de Elvas

Esta semana visitamos a Quinta do Bispo acompanhados de José Marques, o seu proprietário.

Ouvimos as suas preocupações e a esperança de poder avançar com “uma urbanização de qualidade”.

.........

Linhas de Elvas entrevista o proprietário da

Quinta do Bispo

José Marques

 

QUINTA DO BISPO

recolhe assinaturas

 

A Polémica questão da Quinta do Bispo tem desencadeado alguma movimentação popular. A juntar ao baixo assinado de que fizemos eco na edição da passada semana juntaram-se esta semana mais dois documentos onde dezena e meia de pessoas manifestaram o seu desacordo com o loteamento daquela propriedade.

“Não podemos deixar de apoiar a preocupação que expressam, porquanto o valor histórico dessa belíssima quinta, com árvores centenárias, António e onde um dos nossos maiores escritores, António Sardinha, viveu e escreveu a maior parte da sua obra, seja assim posta em risco”, diz a certa altura um dos documentos enviados esta semana à nossa redacção.

..

Projecto Para a Quinta do Bispo

 

@@@

Jornal Linhas de Elvas

28 - X - 1994

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música: Entrevista do Linhas
publicado por Maria José Rijo às 21:29
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Terça-feira, 8 de Abril de 2008

Capa do Jornal Linhas de Elvas

 

.

Jornal Linhas de Elvas

nº 2.270 - 21-X-1994

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música: chamadas à capa
publicado por Maria José Rijo às 20:31
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Segunda-feira, 31 de Março de 2008

CÂMARA REBATE ALARME

No princípio desta semana, recebemos da Câmara Municipal de Elvas

Um comunicado referente ao texto “Alarme”, publicado no canto superior direito da última página da nossa edição da passada sexta-feira, com assinatura de Maria José Rijo e subscrito pelos elementos da redacção.

 

Assinado pelo Presidente da Câmara, Rondão Almeida, o comunicado tem o seguinte teor:

.

 

“ Em referência ao artigo intitulado “Alarme”, publicado no nº 2.268. de 07-10-94 do Jornal Linhas de Elvas, relativamente à pretensão apresentada à Câmara Municipal de Elvas para o loteamento da denominada Quinta do Bispo informa-se:

1 – A Câmara Municipal de Elvas deliberou unanimemente aprovar o programa-base apresentado, condicionando o prosseguimento do processo à forma de Plano de Pormenor, devendo ser preservada integralmente a casa do literato António Sardinha e todo o Jardim anexo, que passará ao domínio público municipal.

2 -- O aproveitamento urbano implicará a cedência à Câmara Municipal de Elvas para equipamento público de uma área de 2687m2 , da cedência de 5429m2 para jardim público e de 1062m2 para estacionamento.

3 – A cércea máxima autorizada é de 4 pisos, sendo todavia a envolvente próxima da casa de António Sardinha realizada com moradias de 2 pisos, cujo projecto será definido pela Câmara de Elvas com exigência de grande qualidade.

A deliberação tomada ao exigir que o loteamento da Quinta do Bispo se enquadre em Plano de Pormenor, só por si é suficientemente para afastar o “alarme” uma vez que, como todos os planos de pormenor, ficará sujeito a inquérito público.

Todavia, faz-se nota, a preservação da Quinta do Bispo e da zona envolvente deveria ter sido assumida há já muitos anos. Infelizmente a alta densidade habitacional permitida nos loteamentos envolventes da Quinta do Bispo condiciona agora uma intervenção urbanística mais correcta como é desejo desta Câmara Municipal”

 .

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.269

– 14 de Outubro de 1994

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música: Quinta do Bispo - 3
publicado por Maria José Rijo às 23:09
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Domingo, 30 de Março de 2008

ALARME

Cada vez que se agridem ou destroem valores culturais não se progride.

Agrava-se o subdesenvolvimento.

Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles

SIC – 3 de Outubro de 1994

 

Lotear a Quinta do Bispo não ajuda o progresso da cidade.

Muito ao contrário. Porque fazendo-o se enterra história e se suprime uma zona verde importante e vital para a imagem de Elvas como é desejável e salutar que no possível se conserve com mais árvores e menos cimento.

Se “este milagre” de alterar o plano que salvaguardava estes bens foi conseguido pelo Sr. Arq. Paulo Barral a minha piedade para ele pela forma como gere a sua inteligência não olhando ao mal irremediável que semeia; e os meus pêsames à Câmara pelo luto que lança sobre Elvas sem que se perceba com que fins.

 

Palavras de Maria José Rijo subscritas integralmente por esta redacção.

 

N.B. recorde-se que o secular Plátano ali existente foi declarado de interesse público por despacho de Diário da República nº 7 II série de 9-I-975 nos termos do artigo único nº 1 do decreto-lei nº 28468 de 15-2-938 Diário do Governo nº 37 Iª Série.

 

Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.268

7 de Outubro de 1994

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música: A Quinta do Bispo 2
publicado por Maria José Rijo às 21:48
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