Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

Não há quarta sem Quinta

O processo do loteamento da Quinta do Bispo está longe de ter chegado ao fim.

Em termos políticos nada é ainda definitivo e a contestação popular do loteamento continua. Os defensores de Sardinha e da Cultura arrancaram com uma campanha para adquirir a Quinta e Rondão Almeida está disposto a contribuir, se a compra e a recuperação fossem possíveis.

 

Rui Cambóias

.....

Para LER este artigo

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Jornal Linhas de Elvas

De 18 – Novembro de 1994

O Correio e os Cheques

 

José Miguel Sardinha é sobrinho – neto de António Sardinha e reside em Lisboa. Dirigiu-nos esta semana. Primeiro via telefone, depois escreveu “ponho de forma inteiramente gratuita a minha formação profissional de advogado com larga experiência no domínio do Direito Administrativo e do Direito do Urbanismo, para impedir a consumação de tamanho crime urbanístico. Com esta minha actuação pretendo, mais do que salvaguardar a memória do meu tio-avô António Sardinha, contribuir para criar um verdadeiro movimento cívico dos Elvenses em defesa dos valores culturais da sua terra.

 

Quem pretende vir também na linha de salvaguarda de Quinta é Matilde Rosa Araújo que leccionou na Escola Técnica em Elvas. Esta professora, em carta enviada à nossa colaboradora Maria José Rijo refere a determinada altura, “temos tão poucos redutos da memória cultural do nosso povo, dos nossos poetas e artistas que não podemos deixar perder um lugar que apresenta no seu historial tantas razões para ser salvaguardada”.

 

Como resposta à campanha lançada na passada semana por Maria José Rijo já começaram a chegar algumas importâncias monetárias a este semanário. De entre estas será de destacar um cheque de 200 mil escudos enviado pela nossa leitora Maria Del Carmem Baena Nunes da Silva Cruz Almeida.

De fora chega também outra manifestação pública contra o loteamento. Duas dezenas de elvenses radicados na capital endereçaram esta semana à redacção um abaixo-assinado onde salientam ser preciso preservar a todo o custo a qualidade de vida da nossa cidade e o seu valor histórico-cultural”.

Rui Cambóias

 

 

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música: Não há quarta sem quinta
publicado por Maria José Rijo às 22:15
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Sexta-feira, 11 de Abril de 2008

XEQUE AO BISPO

PROJECTO para a Quinta do Bispo lança polémica

Jornal Linhas de Elvas

De 21 – Outubro de 1994

Por – Rui Camboias

Em defesa da Quinta.

Abaixo-assinado chega ao Linhas

 

O Linhas de Elvas foi o periódico que lançou a informação sobre esta polémica do loteamento da Quinta do Bispo.

Não admira pois que tenhamos recebido desde aí algumas cartas de leitores manifestando as suas opiniões.

Esta semana recebemos talvez a mais significativa dessas manifestações. Trata-se de um abaixo-assinado recolhendo 53 nomes de elvenses e pessoas ligadas aos meios culturais da capital. A lista encabeçada por Margarida Alexandra Aguiar subscreve um documento onde se diz a determinada altura:

 

“Tomámos conhecimento numa Nota do Linhas de Elvas do perigo que impende sobre a Quinta do Bispo (a Quinta do Hyssope) e de António Sardinha que é afinal, não só património de Elvas, mas património de um país. Assim sendo, não podemos deixar de manifestar o nosso apoio aos esforços, para que não se destruam vestígios tão nobres do nosso passado”.

 

… ...

Contrastando com a oposição da autarquia que defende a criação do espaço habitacional e da construção do terminal rodoviário surgiram as primeiras vozes de contestação à possível alteração do que está estabelecido pelo PGU de 1986.

Maria José Rijo a par de várias pessoas que nos têm contactado são da opinião que

“nenhum munícipe pode valer mais que outro munícipe e agredir o PGU em nome de interesses particulares abre um perigoso precedente”

A ex-vereadora municipal afirma que “ esta não é uma guerra de ninguém contra ninguém” e que só pretende “ pôr as pessoas a reflectir sobre o futuro da cidade” advertindo “ estarem a ser criadas condições para nunca mais dizer que não a nada” E remata: “Então para que serve um plano concebido e aprovado?” Passando ao ataque, vaticina: “É o fim da unidade e do conjunto. Tudo será apenas espaço para Planos de Pormenor em favor de interesses que se sobreporão individualmente ao interesse da cidade”.

A par dos esclarecimentos que nos manifestou quando a procurámos, Maria José Rijo enviou-nos a sua posição face a este assunto, em jeito de “carta aberta” ao Presidente do Município e que publicamos no post seguinte.

 

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publicado por Maria José Rijo às 16:01
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