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Ficou escrito...

Sei para onde vou @ pela ansia de galgar a distância @ de onde estou @ para o que não sou @ *** Maria José Rijo @@@@ Sonhos em que acreditei -- causas que defendi

Ficou escrito...

Sei para onde vou @ pela ansia de galgar a distância @ de onde estou @ para o que não sou @ *** Maria José Rijo @@@@ Sonhos em que acreditei -- causas que defendi

Não há quarta sem Quinta

O processo do loteamento da Quinta do Bispo está longe de ter chegado ao fim.

Em termos políticos nada é ainda definitivo e a contestação popular do loteamento continua. Os defensores de Sardinha e da Cultura arrancaram com uma campanha para adquirir a Quinta e Rondão Almeida está disposto a contribuir, se a compra e a recuperação fossem possíveis.

 

Rui Cambóias

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Para LER este artigo

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Jornal Linhas de Elvas

De 18 – Novembro de 1994

O Correio e os Cheques

 

José Miguel Sardinha é sobrinho – neto de António Sardinha e reside em Lisboa. Dirigiu-nos esta semana. Primeiro via telefone, depois escreveu “ponho de forma inteiramente gratuita a minha formação profissional de advogado com larga experiência no domínio do Direito Administrativo e do Direito do Urbanismo, para impedir a consumação de tamanho crime urbanístico. Com esta minha actuação pretendo, mais do que salvaguardar a memória do meu tio-avô António Sardinha, contribuir para criar um verdadeiro movimento cívico dos Elvenses em defesa dos valores culturais da sua terra.

 

Quem pretende vir também na linha de salvaguarda de Quinta é Matilde Rosa Araújo que leccionou na Escola Técnica em Elvas. Esta professora, em carta enviada à nossa colaboradora Maria José Rijo refere a determinada altura, “temos tão poucos redutos da memória cultural do nosso povo, dos nossos poetas e artistas que não podemos deixar perder um lugar que apresenta no seu historial tantas razões para ser salvaguardada”.

 

Como resposta à campanha lançada na passada semana por Maria José Rijo já começaram a chegar algumas importâncias monetárias a este semanário. De entre estas será de destacar um cheque de 200 mil escudos enviado pela nossa leitora Maria Del Carmem Baena Nunes da Silva Cruz Almeida.

De fora chega também outra manifestação pública contra o loteamento. Duas dezenas de elvenses radicados na capital endereçaram esta semana à redacção um abaixo-assinado onde salientam ser preciso preservar a todo o custo a qualidade de vida da nossa cidade e o seu valor histórico-cultural”.

Rui Cambóias

 

 

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