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Ficou escrito...

Sei para onde vou @ pela ansia de galgar a distância @ de onde estou @ para o que não sou @ *** Maria José Rijo @@@@ Sonhos em que acreditei -- causas que defendi

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Sei para onde vou @ pela ansia de galgar a distância @ de onde estou @ para o que não sou @ *** Maria José Rijo @@@@ Sonhos em que acreditei -- causas que defendi

O Marquês de Pombal entra na história do Hyssope

O Bispo de Elvas, Dom Lourenço de Lencastre era do sangue do Duque de Lencastre que a Inglaterra veio em auxilio do Mestre de Avis e que deixou uma filha Rainha e a “Ínclita Geração”.

De boa linhagem, manda a justiça que se diga que prestou assinados serviços à Igreja. Ligado aos Marqueses de Lavradio, conde de Avintes e Marqueses da Mina, era filho do ilustre Dom Rodrigo de Lencastre.

Para ganhar serenidade, fugindo ao farfante Deão e ao poeta do Hyssope, deixa o seu palácio na cidade, compra aprazível Quinta nos subúrbios de Elvas que, por esse só facto se passa a chamar “Quinta do Bispo”.

Quando se apresta para ocupar aquele paradisíaco local, ó céus, verifica que dele, de todos os pontos, se enxerga o Convento de S. Francisco onde se acolhia o Lara. Manda que uma sebe frondosa de árvores exóticas o liberte da visão.

Por tão frondosa vegetação, o poeta do Hyssope chama à Quinta a “versailhes “ de Elvas.

Liberto do Deão pela protecção das árvores, como igualmente se havia de libertar do poeta!? Recorre para o “Juiso da Coroa”, que despropósito, para administrar justiça, exige que venha à sua presença o poeta e, no seu gabinete, recite para ele na presença do Bispo partes do poema que previamente tinha marcado.

No final despachou o Bispo para Elvas e castigou o poeta nomeando-o para o mais alto cargo das Justiças do Brasil.

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Jornal Linhas de Elvas

Nº 2.276

2 de Dezembro de 1994

 

 

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