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Ficou escrito...

Sei para onde vou @ pela ansia de galgar a distância @ de onde estou @ para o que não sou @ *** Maria José Rijo @@@@ Sonhos em que acreditei -- causas que defendi

Ficou escrito...

Sei para onde vou @ pela ansia de galgar a distância @ de onde estou @ para o que não sou @ *** Maria José Rijo @@@@ Sonhos em que acreditei -- causas que defendi

Conclusão...

Passaram cerca de quinze anos sobre a decisão – dolosa para a cidade de Elvas – que a Câmara de Rondão Almeida assumiu ao destruir a Quinta do Bispo, apesar do enorme empenhamento demonstrado por muitas personalidades de vários pontos do País, e de Elvas, em cartas, jornais e revistas pedindo e, explicando o porquê da sua – necessária – e justa conservação.
Hoje, onde havia árvores majestosas, vegetação exuberante, controlada, e, entre avencas e fetos, corria água das cascatas para os lagos, há agora lixo – lixo aos montes, lixo, ruínas – e mais lixo...
Na zona arrasada para construção, o empreiteiro, por falência (?), deixou em esqueleto metade das inestéticas moradias com que mutilaram a Quinta na sofreguidão doentia de fazer dinheiro a qualquer preço, mesmo sobre o arraso de importante parte da história de Elvas...
Alias, um dia se saberá porque aconteceu – e quem beneficiou – com tão vil negócio...
Foi um inútil desastre que não honra quem o perpetrou e, nos envergonha a todos por o termos consentido.
Comparou-se, certa vez, a si próprio, Rondão Almeida com o Marquês de Pombal.
Pombal, reconstruiu Lisboa após o terramoto de 1755
mas, dele o que ninguém esquece é a matança dos Távoras, que para sempre lhe turva a memória.
Rondão, promovendo a construção desenfreada que por aí vai, e não conseguindo impedir a perda de valências e serviços na Cidade, – tem sido, ele próprio, "o terramoto", como neste caso, e noutros, ao adulterar com arrebiques parolos a carismática sobriedade da feição de pedra adusta deste velho burgo medieval.
Pode Deus, na sua infinita misericórdia, perdoar-lhe.
Pode!
Porém – A História – essa, jamais.

Maria José Rijo

2 comentários

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    Maria josé 22.06.2008

    Meu Querido Amigo
    Obrigada de todo o coração, muito obrigada, por estar sempre presente, para me acudir, quando me lançam pedras.
    Não sofra por mim. Vou-lhe dizer o mesmo que sempre dizia a meu Marido - quem anda à chuva - molha-se! - É um risco obvio.
    Difícil deverá ser se forem justas as críticas apontadas, e não é, graças a Deus, esse, o caso.
    Eu costumo dizer, porque assim penso, que:- se mais nada de útil tivesse feito na vida o que se passou na Biblioteca de Elvas, justificava a minha existência.
    E, quando o Presidente Mário Soares, disse o que depois foi reiterado por escrito, sobre o desenvolvimento da cultura em Elvas, nesse tempo, e o Sr.Dr.Roque deputado do partido comunista me agarrou no braço dizendo vá para a frente que o obra é sua, por me ver sempre, afastada da ribalta, senti que tinha valido a pena - trabalhar aqueles dois anos sem renumeração, com sacrifício fisico e económico -
    por um património que sendo de Elvas faz parte da riqueza do nosso País, e do mundo, e que estava em risco de ser tranferido para Portalegre!
    É por respeito à verdade, para defende-la do branqueamento das politiquices, que pedi que me fizessem este blog, onde espero repor a justiça em alguns atropelos mais flagrantes.
    Espero viver o bastante para o conseguir, se Deus quiser.
    Faz favor de cuidar da sua saude.
    UM beijo muito grato e amigo da Maria José
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    CorretorMais

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