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Ficou escrito...

Sei para onde vou @ pela ansia de galgar a distância @ de onde estou @ para o que não sou @ *** Maria José Rijo @@@@ Sonhos em que acreditei -- causas que defendi

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Sei para onde vou @ pela ansia de galgar a distância @ de onde estou @ para o que não sou @ *** Maria José Rijo @@@@ Sonhos em que acreditei -- causas que defendi

XEQUE AO BISPO

PROJECTO para a Quinta do Bispo lança polémica

Jornal Linhas de Elvas

De 21 – Outubro de 1994

Por – Rui Camboias

Em defesa da Quinta.

Abaixo-assinado chega ao Linhas

 

O Linhas de Elvas foi o periódico que lançou a informação sobre esta polémica do loteamento da Quinta do Bispo.

Não admira pois que tenhamos recebido desde aí algumas cartas de leitores manifestando as suas opiniões.

Esta semana recebemos talvez a mais significativa dessas manifestações. Trata-se de um abaixo-assinado recolhendo 53 nomes de elvenses e pessoas ligadas aos meios culturais da capital. A lista encabeçada por Margarida Alexandra Aguiar subscreve um documento onde se diz a determinada altura:

 

“Tomámos conhecimento numa Nota do Linhas de Elvas do perigo que impende sobre a Quinta do Bispo (a Quinta do Hyssope) e de António Sardinha que é afinal, não só património de Elvas, mas património de um país. Assim sendo, não podemos deixar de manifestar o nosso apoio aos esforços, para que não se destruam vestígios tão nobres do nosso passado”.

 

… ...

Contrastando com a oposição da autarquia que defende a criação do espaço habitacional e da construção do terminal rodoviário surgiram as primeiras vozes de contestação à possível alteração do que está estabelecido pelo PGU de 1986.

Maria José Rijo a par de várias pessoas que nos têm contactado são da opinião que

“nenhum munícipe pode valer mais que outro munícipe e agredir o PGU em nome de interesses particulares abre um perigoso precedente”

A ex-vereadora municipal afirma que “ esta não é uma guerra de ninguém contra ninguém” e que só pretende “ pôr as pessoas a reflectir sobre o futuro da cidade” advertindo “ estarem a ser criadas condições para nunca mais dizer que não a nada” E remata: “Então para que serve um plano concebido e aprovado?” Passando ao ataque, vaticina: “É o fim da unidade e do conjunto. Tudo será apenas espaço para Planos de Pormenor em favor de interesses que se sobreporão individualmente ao interesse da cidade”.

A par dos esclarecimentos que nos manifestou quando a procurámos, Maria José Rijo enviou-nos a sua posição face a este assunto, em jeito de “carta aberta” ao Presidente do Município e que publicamos no post seguinte.

 

2 comentários

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    Maria José 11.04.2008

    Meu querido Amigo
    Minha irmã regressou a Lisboa, para onde eu própria conto ir dia 20 passar uma semana. Entretanto vou tentar responder aos meus amigos, como para além do coração, também me impele a educação.A nossa Paulinha, se Deus quiser,continuará, como sempre faz a por on-line "as minhas aventuras", como é de sua devoção...
    A compreensão dos amigos tem sido e continua a ser o meu apoio nestas lutas em que, de perto, me acompanhou, com o amparo da sua estima, nos comentários que publicou nos jornais da cidade..
    Peço muito a Deus que vos proteja do dengue e que rapidamente os serviços de saude vençam essa tremenda ameaça.
    Uma das minhas sobrinhas netas que por tudo e por nada se mete a caminho do Brasil, resolveu não desitir de mais um passeio - o que nos preocupa- e me leva a pedir que me informe - se puder fazer o favor- do nome do repelente mais eficaz para que ela vá de cá já prevenida.
    Deixo-lhe um abraço sempre grato
    Maria José
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    CorretorMais

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