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Ficou escrito...

Sei para onde vou @ pela ansia de galgar a distância @ de onde estou @ para o que não sou @ *** Maria José Rijo @@@@ Sonhos em que acreditei -- causas que defendi

Ficou escrito...

Sei para onde vou @ pela ansia de galgar a distância @ de onde estou @ para o que não sou @ *** Maria José Rijo @@@@ Sonhos em que acreditei -- causas que defendi

A Aquisição do Orgão...

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E a cidade e Elvas já se poderia ufanar de ter contribuído para a história da nossa música erguendo ao alto o precioso livro das FLORES DE MÚSICA Capade Manuel Rodrigues Coelho. Mas verdade seja que não ficou por aqui.

 

Organizada a vida da diocese em 1572, como já ficou dito a música passou a ter em Elvas a existência efectiva quer na prática diária do canto do Ofício das Horas Canónicas por

                      Noa

 parte do Cabido, quer no ensino que competia ao Mestre de Capela em cujas funções encontramos a obrigação de andar “ alguns caminhos” procurando dentro e fora dos muros da cidade, os moços que mostrassem aptidões para poderem ser ensinados na arte da música.

            

Assim nos 310 anos de Bispado a vida cultural em Elvas floresceu e todos os quadrantes, como se depreende pelos relatos da época.

Pode até afirmar-se sem sombra de exagero que a decadência da importância da cidade começa com a extinção infligida por

               Sebastião José de Carvalho e Melo, Conde de Oeiras e Marquês de Pombal

 Pombal ao mandar encerrar em 1759 todos os colégios de ensino médio entre os quais o de Elvas, que funcionava onde

 

é hoje a Biblioteca Municipal, com a expulsão dos padres da Companhia de Jesus, e rematada com a extinção do seu bispado em 1882.

 

 O Órgão da Sé, em questão, foi o último que para ela foi adquirido.

 Foi promotor da sua aquisição o Exº e Reverendíssimo Senhor Dom Lourenço de Lancastre – Bispo de Elvas – corria o ano de 1769.